Na manhã de 22 de setembro, a Prefeitura de Porto Seguro realizou uma importante etapa na execução do PAA (Programa de Aquisição de Alimentos) no município, com a compra de cerca de 13 toneladas de alimentos, totalizando R$ 90 mil investidos na agricultura familiar. A movimentação começou nas primeiras horas do dia, no Centro de Abastecimento do Campinho, reunindo agricultores, o vice-prefeito, Paulinho Onishi; a primeira dama, Cristiane Chiachio; os secretários de Agricultura, Clériston Portela, sub-secretária da Assistência Social, Zenilda, superintendente Keu e técnicos da Secretaria de Agricultura.
A movimentação começou nas primeiras horas do dia, no Centro de Abastecimento do Campinho, onde foram comercializados frutas, legumes, hortaliças e bolos. Através do PAA, a prefeitura, em parceria com Ministério do Desenvolvimento, adquire produtos junto aos pequenos agricultores e repassa para entidades comunitárias, por meio da Se-cretaria de Assistência Social. O vice-prefeito lembrou que a agricultura familiar faz parte de um projeto mais amplo do poder público municipal, que está realizando um inventário, com um diagnóstico completo do setor.
“Vamos incrementar a agricultura no município, não somente em relação ao PAA. Queremos atender, também o setor turístico do município, com toda a sua rede de hotéis, bares e restaurantes. Essa é a nossa missão, para que não seja mais necessário trazer alimentos de fora. Temos uma grande extensão de terras e produtos de qualidade, capazes de gerar cerca de R$ 300 milhões, que podem ser reinvestidos em nosso município”, salienta Paulinho.
A primeira dama, que sempre faz questão de participar desses encontros com os pequenos agricultores destacou a importância de investir na melhoria da qualidade de vida desses trabalhadores. Ela explica a motivação para estar próxima deles. “Não sei se é porque eu cresci na roça, mas eu amo a roça, a agricultura. Adoro estar com esse povo simples, trabalhador, que acorda na madrugada e trabalha de sol a sol”. Para ela, essas pessoas merecem ser valorizadas, “pois trabalham plantando, cuidando da terra para levar o alimento às mesas das nossas famílias”.








